O Estado do Rio de Janeiro vai intensificar a ação integrada no combate às organizações criminosas que atuam no setor de combustíveis, uma área estratégica da economia fluminense. Essa medida, definida em uma reunião nesta quinta-feira (16), visa fortalecer a capacidade de identificar e responsabilizar os autores de crimes no setor de combustíveis, protegendo a ordem econômica do estado.

Para tal fim, o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira, o secretário de Estado de Fazenda, Guilherme Mercês, e o procurador-geral do estado, Bruno Dubeux, participaram do encontro. A pauta principal foi a definição de ações estratégicas conjuntas.

"O enfrentamento a essas organizações criminosas demanda uma integração eficaz entre os órgãos de controle, fiscalização e persecução penal", declarou Antonio Moreira. Ele ressaltou que "a atuação coordenada é fundamental para que o Estado possa identificar os crimes, responsabilizar os envolvidos e, assim, salvaguardar a ordem econômica".

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Entre os pontos discutidos na reunião, destacam-se o fortalecimento da integração operacional entre as equipes técnicas das instituições envolvidas.

Além disso, foi encaminhada a retomada das atividades do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira). Este comitê representa um instrumento permanente de cooperação, reunindo órgãos estratégicos do estado para ações conjuntas de inteligência, investigação e recuperação de ativos.

O secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Guilherme Mercês, enfatizou os resultados esperados do encontro. Segundo ele, haverá um "aperfeiçoamento dos mecanismos de atuação conjunta em diversas frentes de trabalho".

Mercês destacou, em particular, o combate a estruturas empresariais dedicadas à prática de fraudes em diferentes mercados, com foco especial no setor de combustíveis.

A reunião ocorreu no Escritório Nacional Antifacção do Rio de Janeiro, uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O evento consolidou o alinhamento institucional estratégico para intensificar o combate aos crimes que afetam o setor de combustíveis fluminense.

FONTE/CRÉDITOS: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil