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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) exonerou 115 servidores, que ocupavam cargos comissionados e funções de confiança do Governo de Mato Grosso. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (3), por meio de atos assinados em 29 de outubro, com efeitos a partir de 1º de novembro.
A mudança atingiu pelo menos 14 órgãos e secretarias estaduais, entre eles a Casa Civil, as secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Infraestrutura (Sinfra), Assistência Social e Cidadania (Setasc), Saúde (SES), Educação (Seduc) e Cultura, Esporte e Lazer (Secel), além de autarquias como o Intermat, o MT Saúde e o Indea.
Entre os nomes que ocupavam funções de maior responsabilidade estão Edio Martins de Souza, exonerado do cargo de secretário-adjunto de Assuntos Comunitários da Setasc; Maria Fernanda Ferri Calabria Amaral, que ocupava o cargo de secretária-adjunta de Políticas Públicas de Atenção à Família; Marimax da Silva Almeida, secretário-adjunto do Escritório Diretivo de Projetos Estratégicos; e Salete Morockoski, secretária-adjunta de Políticas Públicas para as Mulheres.
Também deixaram os cargos Juciane Marta de Aguiar, que era superintendente de Segurança Alimentar e Desenvolvimento Socioprodutivo; Laura Rita Santos Silva, superintendente Financeira, Orçamentária e Contábil; e Paulo Rogério Januário dos Santos, superintendente de Articulação e Promoção de Direitos Indígenas, todos vinculados à Setasc.
Na Secretaria de Educação, a lista inclui Daiane Carvalho Viana, que ocupava a Superintendência de Políticas em Regime de Colaboração; Joselaine Faria Gabriel, da Superintendência de Provimento e Movimentação; e Aline de Andrade e Silva, que era diretora metropolitana de Educação. Na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, foi exonerado Carlos Alberto Barrosi, então superintendente de Normatização e Fomento.
As exonerações não surpreendem a cúpula governista. Desde que foi eleito, Pivetta vem anunciando um “enxugamento da máquina pública”, prometendo cortes para diminuir o custo do governo. Além disso, o governador reeleito vem buscando desvincular o Palácio Paiaguás da imagem do ex-governador e senador eleito, Mauro Mendes (União). Há algumas semanas, Pivetta anunciou mudanças no escalão, poucos governadores da Era Mauro devem permanecer.