Espaço para comunicar erros nesta postagem
Focada é ela! A poucos dias do Festival Folclórico de Parintins, Marciele Albuquerque vive uma rotina intensa para chegar preparada à arena.
Após sua participação no BBB 26 até meados de abril, a Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso perdeu peso e precisou recuperar o condicionamento físico para encarar a maratona de ensaios, compromissos e apresentações exigida pelo maior espetáculo cultural da Amazônia.
Segundo ela, a mudança no corpo, no entanto, não teve relação com padrões estéticos. A decisão de perder oito dos 10 quilos ganhos durante o BBB surgiu da necessidade de melhorar o desempenho dentro da arena.
“Eu me sentia pesada para dançar. Precisava perder peso, não pela pressão estética, mas pela questão de movimentação, de coreografia, de ter força para carregar minha costeira e deixar os movimentos mais leves.”, afirma.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_e84042ef78cb4708aeebdf1c68c6cbd6/internal_photos/bs/2026/Z/v/GDw9jdTdGwkVenvgbRaw/719919299-18594844969055951-2020688804074345250-n.jpg.jpeg)
Marciele mostra antes e depois — Foto: Reprodução
A artista conta que os primeiros dias após deixar o reality foram desafiadores. Acostumada a uma rotina intensa de treinos antes do confinamento, ela sentiu a diferença quando voltou aos ensaios do boi.
“Desde que saí do programa, em um mês, para ser sincera, a gente já evoluiu muito. No primeiro ensaio, eu não conseguia dançar uma toada inteira. A perna não acompanhava. Agora não. A gente conseguiu recuperar muito, mas é ensaio direto. Eu viajo, volto, chego de madrugada e de manhã já estou ensaiando.”
Foco na meta!
Para recuperar o ritmo, Marciele mergulhou em uma rotina de preparação que inclui pilates, boxe, fisioterapia e horas de ensaios. A agenda intensa é necessária para atender às exigências físicas do item, que demanda resistência, força e fôlego para sustentar as coreografias e carregar a tradicional costeira durante as apresentações do Caprichoso.
Este ano, a preparação de Marciele está mais voltada para resistência do que para ganho de força. Por isso, a cunhã-poranga tem priorizado atividades que ajudam a reproduzir os movimentos e o ritmo exigidos na arena.
“Não estou fazendo musculação agora porque sinto que o que preciso não é de força, é de resistência. Preciso aguentar várias horas de costeira, dançar e não sentir que vou desmaiar.”
No vídeo acima, as cunhãs-porangas falam sobre as renúncias exigidas pelo item, o tempo longe da família e dos amigos e a disciplina necessária para chegar à arena prontas para viver um dos momentos mais importantes do ano. Assista!
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_e84042ef78cb4708aeebdf1c68c6cbd6/internal_photos/bs/2026/q/V/RV7gkbT9Go5E4VuAZTsQ/montagens-gshow-2026-06-12t230929.764.jpg)
Marciele treinando boxe — Foto: gshow
Hoje, a ex-BBB afirma que já se sente mais preparada para a temporada de apresentações e reforça que a maior cobrança vem dela mesma. “A parte da magreza nunca foi meu objetivo. É mais eu me sentir bem com meu corpo e conseguir dançar dez toadas direto. É muito em relação ao meu desempenho.”
Marciele também destaca que nunca enfrentou cobranças relacionadas à aparência dentro do festival. Para ela, o que realmente importa é a entrega na arena. “Não existe corpo ideal. Nunca teve cobrança em relação a isso. Se você dança mal, a cobrança vem. É muito questão do meu desempenho.”
A dedicação também é reflexo da responsabilidade de defender um dos itens mais aguardados do Festival de Parintins. Para Marciele, o corpo funciona como uma ferramenta de trabalho e precisa acompanhar o ritmo intenso que antecede a apresentação na arena.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_e84042ef78cb4708aeebdf1c68c6cbd6/internal_photos/bs/2026/j/w/5Odz85RZaOJZ1RVAETkQ/montagens-gshow-2026-06-12t231037.515.jpg)
Marciele ensaiando — Foto: gshow
“Eu preciso estar inteira para dançar a noite toda. Então, a minha cobrança nunca foi estética. Eu me cobro porque quero conseguir entregar o meu melhor dentro da arena.”
Com a contagem regressiva para Parintins já em andamento, os dias seguem sem muito espaço para descanso. “A gente ensaia de madrugada. Quando chega perto do festival, começam os testes, os ensaios vão até tarde. A gente não tem hora.”, finaliza.