O segundo turno das eleições finalizou o mapa político no Brasil e definiu quem assumirá os governos estaduais e o Distrito Federal a partir de 2027. Após a apuração neste domingo (25), o comando de todas as 27 unidades da federação ficou concentrado em apenas oito legendas partidárias.
Liderança do PL
O PL encerrou o pleito como o partido com maior presença estadual. A legenda administrará seis unidades federativas: Paraná (Sergio Moro), Rio de Janeiro (Douglas Ruas), Rio Grande do Sul (Luciano Zucco), Rondônia (Marcos Rogério), Roraima (Arthur Henrique) e Santa Catarina (Jorginho Mello).
PSD, PP, PT e Republicanos
Na sequência, o PSD garantiu a gestão de cinco estados com o resultado no Amazonas. O partido governará Amapá, Amazonas, Maranhão, Pernambuco e Sergipe.
Já o PP conquistou quatro governos, vencendo no Acre e no Distrito Federal durante o segundo turno, somando-se às vitórias no primeiro turno em Mato Grosso do Sul e na Paraíba.
O PT manteve sua força no Nordeste e também governará quatro estados. A legenda reelegeu os gestores da Bahia, Ceará e Piauí, além de eleger o sucessor no Rio Grande do Norte.
Com o resultado no Espírito Santo, o Republicanos garantiu seu quarto estado. O partido também comandará São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso.
PSDB, MDB e Podemos
O PSDB ficou com o comando de dois estados: Alagoas e Tocantins. Enquanto isso, o MDB venceu em Goiás ainda na primeira etapa da votação.
Por fim, o Podemos estará no poder no Pará, após a vitória obtida no primeiro turno das eleições.
Atribuições e impacto dos governadores
Os governadores eleitos têm a missão de gerenciar os serviços públicos e coordenar investimentos locais. As diretrizes adotadas por cada gestão afetam diretamente áreas essenciais como segurança pública, saúde, educação, infraestrutura e transporte.
Além disso, os chefes do Executivo estadual desempenham papel estratégico na negociação de repasses e parcerias com o governo federal e as prefeituras regionais.