Na última sexta-feira (11), a movimentada agenda dos candidatos que disputam a Presidência da República incluiu sabatinas na imprensa, gravações de programas eleitorais e atos públicos por diversos estados do país, com o objetivo de consolidar propostas e atrair o eleitorado nesta reta de campanha.
Destaques das atividades dos presidenciáveis
Em Porto Alegre, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de ato no Largo Glênio Peres. Durante o evento, o petista defendeu a ampliação do ensino em tempo integral para permitir que pais trabalhem com tranquilidade e as crianças tenham acesso a atividades culturais e ambientais.
Já Renan Santos (Missão) dividiu seu dia em São Paulo entre sabatinas do UOL e Folha de S.Paulo, entrevistas ao Manhattan Connection e Domingo Espetacular, além de uma visita à Bienal do Livro.
O candidato Romeu Zema (Novo) viajou a Fortaleza, onde debateu segurança pública na comunidade de Vila Velha. Zema defendeu classificar facções criminosas como grupos terroristas, permitindo o uso de forças federais e órgãos como o Coaf no combate ao crime.
Por motivos de saúde, Ronaldo Caiado (PSD) permaneceu internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, tratando uma pneumonia por meio de medicação intravenosa.
Wilson Grassi (Democrata) realizou reunião interna e ministrou palestra na capital paulista. No mesmo estado, Augusto Cury (Avante) gravou entrevista para a Record e participou de sabatina no SBT, em Osasco.
Em Santos (SP), Edmilson Costa (PCB) concedeu entrevista a um podcast portuário. Enquanto isso, os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Clariana Barão (DC) não realizaram atividades públicas de campanha.
Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu compromissos em Manaus, visitando o polo industrial e realizando motocarreata. O candidato ressaltou a relevância da Zona Franca de Manaus e defendeu o uso do gás natural local para impulsionar a produção nacional de fertilizantes.
Por fim, Hertz Dias (PSTU) fez panfletagem e concedeu entrevista em Jaboatão dos Guararapes (PE). Ele criticou o direcionamento de recursos públicos para o pagamento da dívida estatal em detrimento de investimentos em saúde e habitação.
