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Quinta-feira, 06 de Agosto 2026
Justiça

TSE, TST e MPT lançam campanha nacional contra assédio eleitoral no trabalho

A iniciativa Aliança pelo Voto Livre e Secreto busca coibir ameaças e promessas de vantagens de patrões para influenciar a escolha dos trabalhadores.

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Por Pagina1mt
TSE, TST e MPT lançam campanha nacional contra assédio eleitoral no trabalho
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram, nesta quinta-feira (6), uma mobilização nacional para conter o assédio eleitoral no ambiente corporativo. A ação visa assegurar o direito constitucional de escolha política dos trabalhadores contra coercões e chantagens patronais.

Denominada Aliança pelo Voto Livre e Secreto e acompanhada pelo slogan "No meu voto mando eu", a campanha incentiva a prevenção contra intimidações e pressões exercidas por gestores, patrões ou colegas de trabalho durante o período de votação.

De acordo com o procurador Igor Sousa Gonçalves, coordenador do MPT, a prática se consolida quando ações da empresa geram constrangimento e tolhem a liberdade individual de manifestação do funcionário.

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Essas infrações costumam manifestar-se por meio de promessas de promoções ou ameaças de demissão. O descumprimento da legislação acarreta graves punições nas esferas trabalhista, eleitoral e penal para os infratores.

Adesão e divulgação da campanha

Empresas e entidades públicas podem aderir ao movimento diretamente na página oficial do projeto. O material disponibilizado gratuitamente permite a personalização com marcas próprias para amplificar o alcance e o compartilhamento nas redes sociais com a menção ao perfil do TST (@tstjus).

Práticas que caracterizam a coerção

As condutas mais comuns para identificar o crime no ambiente corporativo incluem a exigência de engajamento em atos de campanha, fiscalização de votos, promessas de vantagens financeiras e punições ou humilhações públicas motivadas por preferências políticas.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil