A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro com o uso de tornozeleira eletrônica imposta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, transformou a rotina de um condomínio no Jardim Botânico. A situação, que já gerava preocupação, se intensificou a ponto de os moradores considerarem medidas drásticas para restabelecer a tranquilidade do local.
A reportagem teve acesso a mensagens do grupo do condomínio, onde a insatisfação dos residentes é clara. As conversas revelam que a rotina de segurança e convivência foram seriamente afetadas, levando alguns a cogitar a realização de uma assembleia para votar a expulsão do ex-presidente do condomínio.
Nesta terça-feira, 05, uma vigília na entrada do condomínio bloqueou o acesso, gerando transtornos e insegurança. Moradores relatam que a presença constante de apoiadores e protestos na porta do prédio se tornou um problema insustentável.
Caso o ex-presidente descumpra qualquer uma das medidas impostas, o ministro Alexandre de Moraes pode converter a prisão domiciliar em prisão preventiva, o que o levaria a uma unidade militar por seu passado no Exército.
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