Um empresário procurou a delegacia para denunciar um chaveiro que é homossexual e que está perseguindo o empresário tanto fisicamente quanto nas redes sociais.

Segundo a vítima, após ajudar o suspeito W.J.B. e seu pai, que precisava de uma cirurgia, o suspeito criou e alimentou um sentimento duvidoso e obsessivo pela vítima, começando com elogios, dizendo que amava o comunicante, que o comunicante era a referência dele, que faria de tudo pelo comunicante e que até daria a vida por ele.

No começo, a vítima achou que era brincadeira, mas depois percebeu que o suspeito insistia com brincadeiras de cunho homoafetivo. Então o comunicante disse que não curtia a relação homossexual e que jamais teria alguma relação com o suspeito além da amizade e de ajudas esporádicas, como quem ajuda qualquer pessoa. Após esta conversa, o suspeito, insatisfeito por possivelmente não ter sido correspondido amorosamente, começou a ofender o comunicante, comentar suas postagens insistentemente e mandar mensagens ofensivas no WhatsApp, Facebook e Instagram. Sendo bloqueado, o suspeito criava outra conta e continuava a mandar mensagens e comentar as postagens, ofendendo a honra do comunicante e dizendo que, se quiser que pare, o comunicante vai ter que bloqueá-lo.

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O comunicante relata que o suspeito está cometendo o crime de stalking, onde as condutas repetidas estão causando medo, intimidação, preocupação e estão prejudicando a liberdade da vítima, pois todas às vezes que o comunicante postava qualquer foto ou vídeo, o suspeito fazia de tudo para chegar perto do comunicante, tendo o comunicante parado de postar imagens de locais onde está e evitando ir a alguns lugares.

O comunicante ressalta que não responde mais ao suspeito, mas mesmo assim ele continua mandando mensagens e chegou até a passar cerca de cinco vezes em frente à casa do comunicante, olhando e buzinando.

O empresário tem prints das conversas, dos comentários, na maioria das vezes com cunho sexual, e ofensas, e pede que as medidas policiais cabíveis sejam tomadas, pois o comunicante não sabe o que o suspeito é capaz de fazer com esta obsessão por ele.

O mesmo alerta que pode usar a legítima defesa para cessar a iminente e injusta agressão, caso o suspeito tente algo contra o comunicante.

FONTE/CRÉDITOS: JK NOTÍCIAS