Espaço para comunicar erros nesta postagem
Duas funcionárias de uma unidade da Drogaria Pague Menos, localizada na Avenida Juliano Costa Marques, em Cuiabá, foram agredidas na noite desta terça-feira, 17 de fevereiro. As vítimas têm 31 e 37 anos. Duas mulheres são apontadas como suspeitas das agressões, sendo que uma delas faz uso de tornozeleira eletrônica.
Conforme o boletim de ocorrência, uma guarnição da Polícia Militar realizava rondas pela região quando foi acionada via Ciosp para atender uma ocorrência de tumulto no interior da farmácia. Ao chegar ao local, os policiais encontraram duas pessoas segurando a porta de saída do estabelecimento e duas mulheres exaltadas no interior da loja.
Funcionários relataram que as suspeitas teriam agredido trabalhadoras da farmácia. Durante a averiguação, os militares constataram que uma das funcionárias apresentava um corte na boca, com sangramento, provocado durante a confusão.
Conforme o relato, uma das suspeitas chegou a se dirigir ao caixa com alguns produtos, mas desistiu da compra e saiu do estabelecimento, permanecendo do lado de fora, próximo a uma motocicleta. A outra suspeita permaneceu no interior da drogaria com outros itens.
Em determinado momento, uma funcionária se aproximou para oferecer ajuda, ocasião em que a suspeita teria se sentido constrangida e passou a insultá-la. Em seguida, arremessou um produto da loja. A discussão evoluiu para agressão física, quando a funcionária foi atingida com um soco na boca, causando um corte.
Durante a confusão, a segunda suspeita retornou ao interior do estabelecimento e, segundo relato, ambas passaram a proferir ameaças contra as funcionárias, inclusive afirmando que terceiros “iriam acabar” com uma das vítimas.
Uma segunda funcionária também foi agredida e apresentava hematoma no braço esquerdo.
Diante da situação, os policiais deram voz de prisão às duas mulheres, que foram encaminhadas à Central de Flagrantes para o registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis. As suspeitas foram conduzidas sem o uso de algemas e apresentavam escoriações pelo corpo.
O caso está sendo investigado pela Polícia Judiciária Civil.
Comentários