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Segunda-feira, 24 de Agosto 2026
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Hospital do Marajó renova certificado ONA

O HRPM conquistou pela primeira vez a certificação Acreditado Pleno – Nível 2 em 2024.

Pagina1mt
Por Pagina1mt
Hospital do Marajó renova certificado ONA
HRPM: vista aérea da unidade na região do Marajó (PA)
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O Hospital Regional Público do Marajó (Breves/PA), com 70 leitos, administrado pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH) desde 2010, renovou sua certificação pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e mantém o selo de Acreditado Pleno – Nível 2, reconhecimento que reafirma o compromisso da instituição com a qualidade, segurança e melhoria contínua da assistência prestada aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) na região.

“A renovação é resultado de um trabalho coletivo e permanente, que envolve profissionais de diferentes áreas e setores do hospital, integrados em torno de um mesmo propósito: oferecer uma assistência cada vez mais segura, eficiente, qualificada e humanizada”, analisa a diretora-executiva da unidade, Jusciely Machado.

O HRPM conquistou pela primeira vez a certificação Acreditado Pleno – Nível 2 em 2024. O nível 2 da certificação reconhece instituições que, além de atenderem aos requisitos de segurança, demonstram integração entre seus processos e adotam práticas sistemáticas de gestão e melhoria contínua. A manutenção da acreditação reforça, assim, a maturidade dos processos desenvolvidos pela unidade e o compromisso permanente das equipes com a qualificação dos serviços oferecidos à população do Marajó, no extremo Norte do Pará.

Segundo a enfermeira do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) da unidade hospitalar, Iza Gonçalves, os processos são continuamente revisados e fortalecidos, com foco na segurança, na gestão de riscos e na qualidade da assistência. “A renovação é um trabalho conjunto”, diz. “Todos os processos são revistos e fortalecidos, sempre com um olhar para o usuário”. Iza acrescenta que, durante o processo de manutenção da ONA 2, o HRPM promoveu mudanças internas para fortalecer a qualidade, a segurança e a eficiência da assistência.

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Entre os principais avanços estão: reorganização de fluxos e processos, alinhados à nova metodologia de avaliação; reformulação da porta de entrada, tornando o atendimento mais referenciado e reduzindo a sobrecarga da Urgência e Emergência; otimização das cirurgias eletivas, com internação no dia do procedimento e alta no dia seguinte, melhorando a utilização dos leitos; fortalecimento da segurança e qualidade, sempre com foco na satisfação e na resolução das necessidades do paciente; maior integração com parceiros e fortalecimento das capacitações externas; uso de dados para aprimorar estratégias e acompanhar continuamente os processos; e engajamento da equipe na manutenção da ONA II e na busca pelo próximo objetivo: o upgrade para a ONA 3.

Aprovação

“Eu me senti muito bem tratada”, exemplifica a paciente Sirleia Ribeiro dos Santos, 39 anos. “Encontrei pessoas boas, que, mesmo sem me conhecer, sempre deram atenção para a gente”, relata. A experiência da paciente foi marcada pelo acolhimento, pela confiança e pelo cuidado recebidos durante sua permanência no hospital, enquanto acompanhava a filha em tratamento na unidade.

O HRPM é referência para a população do Marajó e integra a rede de assistência vinculada ao 8º Centro Regional de Saúde (CRS). A manutenção da Acreditação Plena reforça a maturidade dos processos da unidade e o compromisso com elevados padrões de qualidade e segurança no cuidado. Em 2025, o HRPM contabilizou mais de 326 mil atendimentos à população, conforme dados da unidade. Neste ano, de janeiro a junho, a unidade já ultrapassou 185 mil.

O INDSH é uma entidade filantrópica sem fins lucrativos fundada em 1959, que emprega cerca de 7.600 trabalhadores diretos e administra 23 unidades de saúde — hospitais e Unidades de Pronto Atendimento — em sete estados, totalizando mais de 1.360 leitos vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e atendendo a aproximadamente nove milhões de pacientes potenciais.



Website: https://www.indsh.org.br
FONTE/CRÉDITOS: DINO