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O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, declarou que a extinção da jornada de trabalho 6x1 constitui a principal meta do governo para o corrente ano.
Conforme suas palavras, o Poder Executivo tem a intenção de submeter ao Congresso Nacional, após o período carnavalesco, um projeto de lei com caráter de urgência constitucional para tratar do tema.
Projetos que recebem tal classificação de urgência devem ser votados em um prazo máximo de 45 dias em cada uma das Casas legislativas (Câmara dos Deputados e Senado Federal), sob pena de bloquear a agenda de deliberações.
Farias ainda ressaltou que a proposta para o término da escala 6x1 se tornará um dos principais pontos de debate no cenário nacional.
“Trata-se de uma discussão fundamental, uma prioridade estabelecida pelo presidente Lula. Nesta semana, observamos a implementação da isenção do Imposto de Renda e o reajuste salarial, somados ao avanço do projeto Gás do Povo. Em suma, estamos presenciando um incremento na renda das famílias brasileiras”, pontuou o parlamentar.
“A pauta referente ao Imposto de Renda já foi abordada, e a próxima grande iniciativa do governo é o fim da escala 6x1, que, devido à urgência constitucional, assumirá o protagonismo no debate político nacional”, prosseguiu o líder petista.
O deputado também enfatizou que outra pauta de relevância para o partido é a regulamentação do trabalho mediado por aplicativos. Para o líder do PT, é imperativo assegurar direitos a esses profissionais.
Investigação sobre o Banco Master
O parlamentar confirmou, ademais, que o Partido dos Trabalhadores apoiará os requerimentos para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de apurar supostas irregularidades envolvendo o Banco Master.
De acordo com Farias, existe uma diretriz governamental clara para “enfrentar a que ele considera a maior fraude da história”.
“Assinaremos tanto a CPI proposta na Câmara pelo deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), quanto a CPMI encabeçada pelas deputadas Heloísa Helena (Rede-RJ) e Fernanda Melchionna (Psol-RS). Não adotaremos uma postura defensiva, pois somos nós que estamos conduzindo as averiguações e que faremos o esclarecimento completo dos fatos”, afirmou Lindbergh Farias.