A Anac publicou novas diretrizes para o controle e a alocação de slots em Congonhas, visando coibir práticas irregulares no terminal situado na capital paulista.
Com as mudanças implementadas, empresas de táxi-aéreo e jatos executivos precisarão firmar contrato com um provedor de serviços de base fixa (FBO) antes mesmo de requererem os horários de operação.
Segundo a autarquia federal, a exigência antecipada de suporte em solo serve para inibir o comércio ilegal de horários de pousos e decolagens.
A intenção é garantir que os voos contem com a infraestrutura necessária garantida, evitando transtornos operacionais e gargalos na movimentação do aeroporto.
O diretor-presidente da agência reguladora, Tiago Faierstein, destacou que a equipe fiscalizará de perto o cumprimento das normas para erradicar o mercado clandestino.
Na prática, o setor de aviação geral enfrentará exigências maiores de planejamento para utilizar o terminal paulista.
A concessionária Aena foi procurada para comentar o assunto, mas ainda não enviou um posicionamento oficial.
* Com informações da Anac