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O presidente americano não precisou das duas semanas previstas para tomar a sua decisão. Nesse sábado, os Estados Unidos lançaram a maior ofensiva militar contra o Irã desde 1979. |
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A Operação Midnight Hammer mobilizou 125 aeronaves, incluindo 7 bombardeiros furtivos B-2, além de submarinos e caças de apoio. |
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O alvo: Instalações nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan, pilares do programa atômico iraniano, que concentram o programa de enriquecimento de urânio do país. |
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O ataque começou quando dois grupos de B-2 decolaram da Base Aérea de Whiteman, no Missouri. |
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Imagens de satélite revelam crateras gigantescas, estruturas colapsadas e entradas bloqueadas por toneladas de escombros. Ainda não há clareza sobre os danos internos, mas os EUA consideraram a operação bem-sucedida. |
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A fala de Trump e do governo americano
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Horas depois de anunciar o ataque em suas redes sociais, o presidente americano classificou a ação como “um ataque de precisão, necessário e cirúrgico”, dizendo que o objetivo foi “neutralizar a capacidade nuclear do Irã e interromper sua escalada no terrorismo”. |
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Já no domingo, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, reforçou que “não se trata de mudança de regime, mas de neutralizar ameaças concretas”. Enquanto isso, o secretário de Estado, Marco Rubio, fez um alerta duro: |
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O que realmente importa aqui? |
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A entrada dos Estados Unidos na guerra confirma uma aliança que já era prevista, mas ainda não havia sido oficializada — tal como um namoro que vira casamento. |
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Ao atacar o Irã, Trump manda um recado para o mundo de que Israel não está sozinho, colocando sua força militar à disposição do conflito, e isso reverbera especialmente em dois aliados do Irã: China e Rússia. |
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Entenda que: A China é o maior comprador de petróleo iraniano e a Rússia vê o país como um parceiro útil na região para enfraquecer a presença dos EUA e da OTAN. |
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É quase uma aliança contra o “domínio ocidental” americano. Se mexeu com um, mexeu com todos — exatamente por isso você deve ter ouvido falar na 3ª Guerra Mundial. |
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Ok, mas no que isso influencia a minha vida agora? |
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A sua integridade física ainda não está comprometida, mas a dos americanos sim. A TV estatal anunciou que “todo cidadão americano ou militar na região é agora um alvo legítimo”. |
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Por aqui, o que pode acontecer é um aumento no preço da gasolina — ou seja, um comprometimento à integridade do seu bolso. |
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A primeira retaliação iraniana será fechar o Estreito de Ormuz, que concentra 30% de todo o petróleo comercializado no mundo (!!!). O petróleo já subiu cerca de 2 %, chegando a US$ 78–80/barril, seu nível mais alto em cinco meses. |
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Se o bloqueio desse canal for concretizado, podemos estar diante de uma recessão global quase que imediata. |
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Por fim, como o mundo reagiu ao ataque?
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O ataque gerou condenações, alertas e reações ambíguas pelo mundo: |
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FONTE/CRÉDITOS: THE NEWS



Reino Unido: O premiê Keir Starmer declarou apoio ao ataque, mas pediu contenção. Disse que o programa nuclear iraniano “representa uma ameaça global”, mas defendeu “uma solução diplomática urgente para estabilizar a região”.
Rússia: Putin chamou o ataque de “violação do direito internacional” e alertou que “alguns países estão dispostos a fornecer armas nucleares ao Irã”, numa escalada retórica sem precedentes.
China: O país asiático condenou a ação, classificando-a como “grave violação da soberania iraniana”. A diplomacia chinesa pediu cessar-fogo imediato e convocou as partes a buscarem a ONU.
União Europeia: A chefe de política externa, Kaja Kallas, fez um apelo dramático por moderação: “Estamos a um fio de uma guerra total no Oriente Médio. Voltem à mesa de negociações imediatamente.”
E o Brasil? O governo Lula condenou duramente os EUA, chamando o ataque de “ato de agressão” e “violação da soberania”.