Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 19 de Agosto 2026
Política

Projeto de lei busca proibir postos de combustíveis de cobrarem preços diferentes para pagamentos em dinheiro ou Pix

A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, visa garantir equivalência entre as formas de pagamento e estabelece punições para o descumprimento.

Pagina1mt
Por Pagina1mt
Projeto de lei busca proibir postos de combustíveis de cobrarem preços diferentes para pagamentos em dinheiro ou Pix
Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O Projeto de Lei 1071/26, atualmente em análise na Câmara dos Deputados, propõe proibir que postos de combustíveis apliquem preços diferentes aos consumidores, seja para pagamentos feitos em dinheiro ou via Pix. A iniciativa, do deputado Amaro Neto (PP-ES), busca assegurar maior transparência e isonomia nas transações, considerando a equivalência desses meios de quitação.

A justificação da proposta reside no fato de que essas modalidades de pagamento não implicam taxas de intermediação financeira, o que as tornaria equivalentes. O texto também exige que os preços sejam divulgados de forma clara e uniforme, vedando o uso de expressões como “preço no Pix” ou “preço no dinheiro”.

Isonomia e transparência nas relações de consumo

O deputado Amaro Neto (PP-ES), autor do projeto, enfatiza que o objetivo principal é promover a isonomia e a transparência nas relações de consumo. Segundo ele, “a diferenciação de preços transfere ao consumidor um custo inexistente ou fictício”, o que justifica a medida legislativa.

Leia Também:

Sanções e fiscalização para postos infratores

Postos que desrespeitarem a futura lei estarão sujeitos às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor. Entre as penalidades, incluem-se multa administrativa, a obrigação de restituir o valor cobrado em dobro e, em casos de reincidência, a suspensão da atividade.

A proposta deixa claro que o posto revendedor será responsabilizado pela prática abusiva, independentemente de alegar políticas comerciais internas ou custos operacionais. A fiscalização e aplicação das penalidades ficarão a cargo dos órgãos de defesa do consumidor.

Tramitação do projeto na Câmara e no Senado

O projeto terá sua análise em caráter conclusivo, passando pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para que se torne lei efetivamente, será necessária a aprovação tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado Federal.

Saiba mais sobre o processo de tramitação de projetos de lei

FONTE/CRÉDITOS: Agência Câmara Notícias
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR