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Uma mulher de 44 anos procurou a 2ª Companhia da Polícia Militar de Jangada na noite de sábado (18), após, segundo seu relato, ser agredida fisicamente pelo próprio marido. A ocorrência foi registrada por volta das 20h30 e encaminhada à Polícia Civil para investigação.
Conforme o boletim de ocorrência, a vítima contou que o suspeito, de 35 anos, teria apertado seu pescoço com as duas mãos até que ela perdesse a consciência e desmaiasse. Depois de conseguir se levantar, a mulher teria sido atingida por socos na região das costelas e da testa.
Ainda segundo a versão apresentada à polícia, a vítima pegou um cadeado e golpeou o homem na tentativa de se defender, mas não soube informar em qual parte do corpo ele foi atingido. Na sequência, o suspeito teria voltado a apertar o pescoço da mulher.
Durante a confusão, a mãe do suspeito chegou ao local e tentou separar o casal. A vítima esclareceu aos policiais que não foi agredida pela mulher, que apenas a segurou durante a tentativa de interromper a briga. As duas teriam caído ao chão.
Após o ocorrido, o suspeito deixou o local conduzindo um Volkswagen Polo Track branco, ano/modelo 2024/2025, pertencente à vítima. O automóvel estaria carregado com mercadorias destinadas a entregas. A mulher também declarou que o marido teria levado seu aparelho celular, um Samsung Z Flip4 cinza.
A Polícia Militar realizou rondas e diligências pela região, mas não conseguiu localizar o suspeito nem o veículo. Conforme a vítima, havia a possibilidade de o homem seguir para Acorizal, onde faria entregas de mercadorias neste domingo (19).
A mulher recebeu atendimento médico no Pronto-Socorro Municipal de Jangada e manifestou interesse em solicitar uma medida protetiva de urgência. O registro foi encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Rosário Oeste, responsável pelas providências e pela apuração dos fatos. A Lei Maria da Penha permite que medidas protetivas sejam solicitadas pela própria vítima.
O caso foi registrado inicialmente como lesão corporal. As circunstâncias narradas ainda serão investigadas, e o suspeito terá direito de apresentar sua versão.
Mulheres em situação de violência podem procurar ajuda pelo Ligue 180, serviço gratuito que funciona 24 horas. Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190.