/* Configurações para o google notícias */

Aguarde, carregando...

Terça-feira, 13 de Outubro 2026
Economia

Mercado eleva projeção da inflação para 2026 segundo o Banco Central

Expectativa para o IPCA registra quarta alta seguida, enquanto projeção para a taxa Selic apresenta recuo no relatório

Pagina1mt
Por Pagina1mt
Mercado eleva projeção da inflação para 2026 segundo o Banco Central
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A estimativa do mercado financeiro para a inflação oficial em 2026 avançou de 5,01% para 5,22%, conforme apontado pelo Boletim Focus divulgado nesta terça-feira (13) pelo Banco Central.

Essa alta marca o quarto aumento consecutivo na projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Paralelamente, os analistas mantiveram a estabilidade no crescimento da economia em 1,85%.

Leia Também:

Houve também uma revisão para baixo na taxa básica de juros, a Selic, que passou de 13,50% para 13,25% ao ano para o encerramento do próximo período.

Para o ano de 2027, a expectativa inflacionária permaneceu em 4,30%.

Já para 2028, a estimativa sofreu um leve recuo, indo de 3,80% para 3,79%.

PIB e Selic

A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) continuou estagnada em 1,85% para 2026.

Para 2027, o índice seguiu em 1,40%.

Em 2028, a perspectiva de alta da economia foi ajustada de 1,81% para 1,83%.

No cenário de juros, a Selic prevista para o fim de 2026 diminuiu para 13,25% ao ano.

Atualmente, o patamar oficial está em 13,75%.

Para 2027, o valor foi mantido em 12% ao ano, enquanto 2028 continuou projetado em 10,5%.

O mercado também revisou o câmbio para baixo, com o dólar estimado em R$ 5,15 para o término de 2026.

Copom

Os dados vêm a público em um momento em que a autoridade monetária sinaliza uma desaceleração controlada na atividade produtiva do país.

O Comitê de Política Monetária (Copom) destacou recentemente os impactos acumulados da política restritiva sobre o crédito.

Contudo, o colegiado reforçou que as projeções de alta de preços continuam posicionadas acima do patamar estipulado como meta.

Meta

O Conselho Monetário Nacional estabelece o alvo contínuo em 3%, permitindo uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Desse modo, o limite máximo tolerável é de 4,5%.

Com a marca de 5,22%, a previsão do IPCA permanece desancorada e acima do teto permitido.

FONTE/CRÉDITOS: Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR