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Quinta-feira, 22 de Outubro 2026
Política

Campanha Vote Segura apresenta diretrizes de proteção para mulheres

Iniciativa da Rede Justiça Criminal divulga onze recomendações práticas para orientar o mandato de futuros parlamentares no país.

Pagina1mt
Por Pagina1mt
Campanha Vote Segura apresenta diretrizes de proteção para mulheres
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A campanha Vote Segura, lançada pela Rede Justiça Criminal, busca combater a violência de gênero no Brasil por meio de diretrizes voltadas à proteção feminina. Dados oficiais recentes revelam um cenário alarmante no país, com milhares de casos registrados anualmente. Para cada crime consumado, outras tentativas são contabilizadas, evidenciando a urgência de novas ações estruturais.

Com o intuito de qualificar o debate político, a iniciativa desenvolveu um guia estratégico. O material serve para orientar candidaturas e futuros parlamentares na criação de projetos de lei, programas de mandato e ações de fiscalização voltadas especificamente para a segurança das mulheres.

As brasileiras representam mais da metade da população nacional. Por isso, a proposta exige um olhar atento dos legisladores para garantir direitos fundamentais, baseando decisões em dados concretos e na articulação eficiente entre os diferentes entes federativos.

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O documento oficial preparado pela entidade reúne 11 recomendações essenciais para os próximos legisladores:

Priorizar a prevenção sem abandonar a responsabilização e estruturar políticas públicas permanentes que façam a diferença no cotidiano da população.

Fortalecer a coordenação entre entes federativos, promover a integração de políticas e basear as decisões em evidências e dados estatísticos confiáveis.

Incorporar mecanismos constantes de monitoramento, ampliar a transparência e o controle social, além de estabelecer critérios claros para verbas públicas.

Adotar a perspectiva dos direitos humanos, gerar impactos que possam ser mensurados e evitar respostas legislativas que tenham caráter apenas simbólico.

Janine Salles de Carvalho, coordenadora executiva da organização, aponta que o medo constante altera a rotina das cidadãs. Ela reforça que a resposta para essa realidade exige planejamento preventivo e não apenas o aumento de prisões.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil
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