Espaço para comunicar erros nesta postagem
Um padre de 103 anos morreu dentro de uma igreja na Zona Norte do Rio. O caso aconteceu na última sexta-feira, dia 9 de janeiro, enquanto o padre José Luciano Jacques Penido rezava a Ave Maria na Paróquia Santo Afonso, na TIjuca.
No perfil do Instagram da paróquia, um post informa que a morte dele aconteceu por volta das 18h do último dia 9. Nos comentários, fiéis prestaram homenagens:
"Me batizou, disse que era meu pai espiritual ❤️ Fará muita falta", escreveu uma moça. "Grande Padre Penido! Lembro ainda hoje da minha última confissão com ele. Que grande benção foi na minha vida e da minha família!", postou outra pessoa. "Poxa, foi o padre que me batizou... Que Deus o receba com todo amor ❤️", comentou ainda uma terceira pessoa.
O velório aconteceu no dia seguinte, dia 10 de janeiro, na própria igreja, das 10h às 22h, com missas em horários alternados. No Instagram, um vídeo com imagens do velório foi publicado.
"Um dia de muita emoção e fé para guardarmos na memória. Nossa gratidão eterna a Deus por ter nos abençoado com um sacerdote como Padre Penido, por tantos anos, em nossa comunidade. Interceda por nós, Padre Penido. Sempre serás lembrado e amado!", postou a conta da paróquia no Instagram, informando também que o velório contou com a presença do Cardeal Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro.
No domingo, dia 11, um novo velório aconteceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, estado natal do religioso, que foi sepultado nesse mesmo dia no Cemitério Redentorista da cidade mineira. "Servo fiel, exemplo de fé, caridade e dedicação a missão redentorista", dizia o comunicado sobre os velórios e o enterro. A missa de sétimo dia será nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, na Paróquia Santo Afonso, às 18h.
De acordo com o portal de notícia g1, a Arquidiocese do Rio de Janeiro informou que o padre José Luciano, que era natural de Belo Vale, Minas Gerais, passou seus últimos momentos em oração com outros sacerdotes que vivem na mesma igreja.
O padre José Luciano era redentorista e viveu metade da sua vida no Rio de Janeiro. Segundo a Arquidiocese, ele era um "sacerdote de grande coração, solícito, gentil, humilde e carinhoso com as pessoas".
Comentários