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Quarta-feira, 26 de Agosto 2026
Policial

PF mira esquema de tráfico de drogas e armas por aviões; dona de bar é alvo em MT

A investigação teve origem em apurações relacionadas a recentes apreensões de drogas realizadas no Tocantins.

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Por Pagina1mt
PF mira esquema de tráfico de drogas e armas por aviões; dona de bar é alvo em MT
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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (25), a Operação Bóreas, contra uma organização criminosa suspeita de atuar na logística aérea para o transporte internacional de grandes carregamentos de drogas e armas de fogo. A ação teve alvos em Mato Grosso, Pará e Tocantins.

Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão, além de medidas para apreensão de aeronaves e bloqueio e sequestro de bens e valores. As determinações foram expedidas pela 4ª Vara Federal de Palmas (TO).

A Polícia Federal também solicitou a inclusão de dez investigados nos mecanismos de Difusão Vermelha da Interpol, utilizados na localização internacional de pessoas procuradas.

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Alvo em Cuiabá

Conforme as informações disponíveis, uma das pessoas investigadas em Cuiabá é a advogada Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro, sócia e administradora da TRMT Restaurante Ltda., empresa responsável pelo Tatu Bola Bar, na região da Praça Popular.

Até o momento, não foi esclarecido se a ordem direcionada à advogada era de prisão ou de busca e apreensão.

Outro investigado citado na apuração é Matheus Matias de Oliveira, apontado como um dos possíveis líderes do esquema.

Aviões e pistas clandestinas

Segundo a investigação, o grupo seria responsável pela organização de voos, utilização de aeronaves e pistas clandestinas e pelo suporte necessário para transportar grandes carregamentos de cocaína e armas de fogo provenientes da Bolívia e do Peru com destino ao Brasil.

A investigação teve origem em apurações relacionadas a recentes apreensões de drogas realizadas no Tocantins.

A operação contou com equipes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE/TO), da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) e policiais federais do Pará.

Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, por crimes como tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de outros delitos eventualmente identificados durante as investigações.

FONTE/CRÉDITOS: Wislei Santos/Power Mix
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