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Quarta-feira, 19 de Agosto 2026
Policial

Filho de policial em Cuiabá é alvo de investigação por série de roubos armados

Suspeito de cometer seis assaltos à mão armada na capital de Mato Grosso é investigado. Entenda os desdobramentos e os próximos passos das autoridades no caso.

Pagina1mt
Por Pagina1mt
Filho de policial em Cuiabá é alvo de investigação por série de roubos armados
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Um jovem de 22 anos — filho de um policial militar — foi alvo da Operação Armadilha, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (19.08), em Cuiabá. Ele é investigado por envolvimento em pelo menos seis roubos à mão armada praticados após falsas negociações de compra.

A operação foi acompanhada pela Corregedoria da Polícia Militar em razão do vínculo familiar do investigado com um integrante da corporação. Uma das vítimas também relatou que os assaltantes usavam coletes balísticos com a inscrição da Polícia Militar.

A Polícia Civil não apontou, nas informações divulgadas sobre a operação, eventual participação do pai do investigado nos crimes.

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Mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram autorizados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias da Capital. As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

A ordem de busca e apreensão foi cumprida em uma residência no bairro Altos da Serra, onde o investigado mora com o pai.

Segundo a investigação, o jovem e os comparsas procuravam pessoas que anunciavam produtos para venda e simulavam interesse na compra. Em seguida, combinavam encontros presenciais para concluir os supostos negócios.

No local marcado, o grupo anunciava o assalto, ameaçava as vítimas com armas de fogo e levava os bens anunciados.

A Derf identificou ao menos seis vítimas abordadas com a mesma estratégia nos últimos dois meses. Três roubos ocorreram entre 15 e 18 de junho. Outros três casos investigados foram registrados em julho e agosto.

A Polícia Civil continua as diligências para identificar os demais integrantes do grupo, localizar possíveis novas vítimas e verificar se os suspeitos estão envolvidos em outros crimes.

FONTE/CRÉDITOS: Nicolle Ribeiro/VGN
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