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Domingo, 18 de Outubro 2026
Política

Eleitor sem biometria pode votar no segundo turno das eleições

Cidadãos que não realizaram o cadastro digital ainda estão aptos a participar do pleito utilizando um documento oficial com foto.

Pagina1mt
Por Pagina1mt
Eleitor sem biometria pode votar no segundo turno das eleições
© Rovena Rosa/Agência Brasil
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O cadastro da biometria na Justiça Eleitoral não é um requisito obrigatório para o exercício do voto. Quem não possui o registro digital ou enfrentar falhas no reconhecimento na seção eleitoral poderá votar normalmente no segundo turno, marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.

A coleta dos dados físicos foi encerrada em 6 de maio, data de fechamento do cadastro eleitoral. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que cerca de 10,99% do eleitorado no país ainda não concluiu esse procedimento.

É importante ressaltar que a identificação biométrica não é aplicada em seções eleitorais localizadas fora do Brasil.

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Para que serve

As urnas eletrônicas em todo o território nacional contam com leitores próprios integrados para esse tipo de validação.

Ter o registro digital agiliza a conferência da identidade na hora da votação. Para quem realizou o procedimento, a liberação da urna ocorre após a leitura da impressão digital.

Identificação do eleitor

Se o cidadão tiver as digitais armazenadas, o sistema realiza até quatro tentativas de validação. Caso ocorra falha em todas, o mesário confirmará a data de nascimento para liberar o voto.

Para quem não possui a biometria cadastrada, a confirmação de identidade é feita mediante apresentação de documento oficial com foto, a exemplo da CNH ou do RG.

Coleta e segurança da biometria

A coleta engloba impressões digitais, fotografia e assinatura digitalizada. O procedimento garante mais segurança e evita fraudes ou duplicidades cadastrais, conforme reforça o TSE.

A atualização é exigida apenas para novos títulos, transferências ou revisão de dados. Os registros também compõem a base da Identificação Civil Nacional (ICN).

FONTE/CRÉDITOS: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil
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