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Sexta-feira, 04 de Setembro 2026
Policial

Dentista é investigado por vazar imagens íntimas de ex-namorada em Lucas do Rio Verde

O caso segue sob investigação por registro e divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento.

Pagina1mt
Por Pagina1mt
Dentista é investigado por vazar imagens íntimas de ex-namorada em Lucas do Rio Verde
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Um dentista de 41 anos é investigado pela Polícia Civil por supostamente registrar e divulgar imagens íntimas de uma ex-namorada, de 46 anos, sem o consentimento dela, em grupos de WhatsApp. O caso é investigado em Lucas do Rio Verde/MT e a polícia deflagrou, nesta quinta-feira (03), a Operação Inviolável para cumprir dois mandados de busca e apreensão contra o suspeito.

As ordens judiciais foram cumpridas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Lucas do Rio Verde/MT em dois endereços ligados ao dentista, sendo uma residência e um consultório odontológico, ambos em Sinop/MT. Segundo a delegada Paula Moreira, a investigação começou após a vítima descobrir que imagens em que aparece nua haviam sido feitas sem autorização e compartilhadas em grupos de WhatsApp.

Pessoas que tiveram acesso ao conteúdo avisaram a mulher, que procurou a polícia.

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Conforme o relato da vítima, ela manteve um breve relacionamento com o dentista no ano passado. Durante o período em que estiveram juntos, ele teria aproveitado momentos de intimidade para fazer os registros sem que ela soubesse.

Durante as buscas, os policiais apreenderam o celular do investigado, que será submetido a perícia para verificar a existência das imagens e identificar possíveis compartilhamentos.

Na casa do dentista, os policiais também encontraram duas pistolas e uma arma calibre 12. O armamento não foi apreendido porque, segundo a Polícia Civil, estava regularizado e o investigado possui registro como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC). Por esse motivo, também não houve prisão em flagrante.

Após a conclusão da investigação e eventual indiciamento, a Polícia Federal deverá ser comunicada para avaliar o recolhimento das armas e a situação do registro do suspeito como CAC. O caso segue sob investigação por registro e divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento.

FONTE/CRÉDITOS: POWERMIX
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