A população da Baixada Cuiabana alcançou a marca de 1.158.452 habitantes, segundo a nova estimativa populacional divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os números utilizam 1º de julho de 2026 como data de referência e englobam os 13 municípios que formam a região, de acordo com o mapeamento da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).
Concentração urbana em Cuiabá e Várzea Grande
O levantamento revela uma forte centralização demográfica nos dois maiores municípios da região. Cuiabá permanece como a cidade mais populosa, contabilizando 698.917 moradores, seguida por Várzea Grande, que registra 323.172 habitantes. Juntas, as duas cidades somam 1.022.089 residentes, o que equivale a aproximadamente 88% de toda a população estimada para a Baixada Cuiabana.
Distribuição populacional nos 13 municípios
Além das duas maiores cidades, a região abriga municípios de menor porte populacional, com realidades demográficas distintas. Confira a população estimada para cada uma das 13 cidades:
- Acorizal: 4.907 habitantes;
- Barão de Melgaço: 7.071 habitantes;
- Chapada dos Guimarães: 19.541 habitantes;
- Cuiabá: 698.917 habitantes;
- Jangada: 7.380 habitantes;
- Nobres: 15.838 habitantes;
- Nossa Senhora do Livramento: 11.659 habitantes;
- Nova Brasilândia: 3.730 habitantes;
- Planalto da Serra: 3.369 habitantes;
- Poconé: 31.138 habitantes;
- Rosário Oeste: 14.848 habitantes;
- Santo Antônio de Leverger: 16.882 habitantes;
- Várzea Grande: 323.172 habitantes.
Mato Grosso destaca-se em crescimento nacional
No âmbito estadual, Mato Grosso alcançou o total de 3.950.330 habitantes e obteve o terceiro maior crescimento populacional do Brasil entre 2025 e 2026. O estado ganhou 56.671 novos moradores em apenas um ano, registrando uma taxa de expansão de 1,46% em relação aos 3.893.659 habitantes contabilizados no período anterior.
Metodologia e aplicação dos dados
O IBGE ressalta que as estatísticas fazem parte de uma estimativa anual regular e não substituem a realização de um Censo Demográfico. O cálculo é feito com base nos dados consolidados do Censo 2022, combinados com registros de nascimentos, óbitos e tendências migratórias.
A atualização das estimativas populacionais é fundamental para a gestão pública regional, pois serve como parâmetro na elaboração de políticas sociais, análises de indicadores econômicos e no cálculo das cotas de repasse financeiro da União aos municípios.