Conhecida nacionalmente como “Furacão da CPI” e participante de “A Fazenda” em 2013, Denise Rocha encontrou nas plataformas de conteúdo adulto uma nova vitrine profissional. Hoje entre os nomes de maior destaque da Privacy — plataforma brasileira de monetização de conteúdo —, ela afirma que o sucesso nesse mercado vai além da exposição e passa, principalmente, pela criação de vínculo com os seguidores.

Furacão da CPI, Denise Rocha surpreendeu os seguidores ao mudar a aparência — Foto: Reprodução
Furacão da CPI, Denise Rocha surpreendeu os seguidores ao mudar a aparência — Foto: Reprodução

Segundo Denise, o comportamento do público mudou nos últimos anos e passou a valorizar experiências mais personalizadas e interativas. “Hoje em dia é muita imagem, muita exposição… mas pouca conexão real. Para alcançar sucesso, não basta mostrar algo, é sobre o que você faz a pessoa sentir. Às vezes, um gesto ou uma aproximação gera mais expectativa do que algo explícito. Existe uma construção ali”, explica.

Furacão da CPI, Denise Rocha reproduz foto de Kim Kardashian nua — Foto: Instagram
Furacão da CPI, Denise Rocha reproduz foto de Kim Kardashian nua — Foto: Instagram

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A criadora avalia que conteúdos baseados numa real intimidade costumam gerar maior engajamento justamente por despertarem curiosidade e sensação de proximidade. “Tem muito desse ‘quase acontecer’. O público se envolve com a expectativa, com o clima. Isso prende mais do que muita coisa direta”, afirma.

Furacão da CPI, Denise Rocha choca fãs com micro maiô — Foto: Instagram
Furacão da CPI, Denise Rocha choca fãs com micro maiô — Foto: Instagram

Denise também destaca que a relação com os assinantes influencia diretamente a produção do conteúdo. De acordo com ela, os seguidores participam ativamente com sugestões, pedidos e interações constantes. “Eles sugerem ideias, fazem pedidos, interagem o tempo todo e eu entro na brincadeira”, conta.

Denise Rocha — Foto:  Johnne de Oliveira - CO Assessoria
Denise Rocha — Foto: Johnne de Oliveira - CO Assessoria

“Acho que essa troca deixa tudo mais interessante, porque não fica algo engessado. Acaba sendo natural, mas ao mesmo tempo já faz parte do jogo. Eles se sentem à vontade para pedir porque existe proximidade”, acrescenta.

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FONTE/CRÉDITOS: Por Zean Bravo - EXTRA